Madrid: Um dia no Parque del Retiro e testemunho de uma Corrida de Toros

DIA 24 DE MARÇO DE 2013
(Plaza de Cibeles, Puerta de Alcalá, Parque del Retiro e Tourada)

Finalmente chegamos a nosso último dia em Madrid

O dia amanheceu muito bonito, com céu azul e temperatura agradável, ideal para um passeio no parque. Então aproveitamos para passar nosso último dia no Parque del Retiro, relaxando e curtindo o sol, sem pressa. Partimos a pé para o parque apreciando a arquitetura da cidade.

Fachada do prédio do Banco de España

Fachada do prédio do Banco de España

No caminho, uma rápida parada para fotos na Praça de Cibeles, com sua famosa fonte e o belíssimo Palácio das Comunicações, que se destaca ao longe…

Vista da Fonte de Cibeles com o “Palacio de Comunicaciones” ao fundo

Ali na praça percebemos que a Paseo de Recoletos, uma das avenidas principais da região, estava fechada para o trânsito em função de uma maratona (ou algo parecido). Depois da maratona que vimos em Barcelona – que acabou atrapalhando nosso city tour – nos deparamos com mais esta maratona, provando que os espanhóis adoram mesmo correr…

A entrada o principal do Parque del Retiro fica em frente a Puerta del Alcalá, que por sua vez fica no centro da rotatória da Plaza de la Independencia. Trata-se de um arco triunfal em estilo romano, que os madrilenhos se orgulham em dizer que se trata do primeiro construído na Europa após a queda do Império Romano, sendo mais antigo do que outros mais famosos, como o de Paris por exemplo.

Vista para a Puerta del Alcalá, o arco do triunfo da cidade de Madrid

Vista para a Puerta del Alcalá, o arco do triunfo da cidade de Madrid

Logo ali pertinho fica a entrada do Parque que já estava bem cheio na hora que chegamos. Depois de tantos dias de muito frio e chuva, as pessoas parecem ter corrido para o parque para aproveitar os primeiros dias de sol.

Jardins da entrada do Parque del Retiro

Jardins da entrada do Parque del Retiro

Dentro do parque a gente via de tudo: famílias, turistas, pessoas fantasiadas, teatro de bonecos, palhaços, mágicos, vendedores, etc.

Teatro de marionetes, com show de música flamenca para as crianças

Teatro de marionetes, com show de música flamenca para as crianças

No parque temos de tudo: lagos, rios artificiais, coretos, capelas, fontes, esculturas, monumentos, aluguel de bicicletas, aluguel de barcos, enfim… uma infinidade de opções de lazer pra toda a família. Eu recomendo muito uma visita ao parque em um dia tranquilo de sol, sem correrias e sem hora pra sair…

Dica: fique atento às ciganas que tentam te abordar para ler sua sorte. Elas chegam de um jeito bem agressivo oferecendo flores, aparentemente fazendo uma gentileza, mas se você aceitar as flores elas só vão te largar depois de ler sua mão, seu cartão de crédito, talão de cheque e sei lá mais o que. Uma delas tentou colocar uma flor na minha mão, eu agradeci sem olhar pra ela e passei direto ignorando e ela não gostou nadinha. Foi atrás de mim e quase me deu uma “chicotada” com a flor… os mais supersticiosos ficariam preocupados, mas eu achei engraçado, apesar de bizarro.

Depois de algumas voltas, bem no meio do parque temos um enorme lago, margeado pelo lindíssimo monumento a Alfonso XII.

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Vista para o Estanque del Retiro com o Monumento a Alfonso XII ao fundo

Remando no Estanque del Retiro

Remando no Estanque del Retiro

Com este visual ali na nossa frente, não resistimos…

Alugamos um barco a remo e fomos passear pelo lago. Tudo bem, é verdade, parece coisa de turistão, mas é um passeio muito legal e relaxante.

Não lembro quanto foi, mas foi bem barato e valeu a pena.

Foram 40 minutos remando ou simplesmente boiando pelo lago. Não sei porque até hoje eu nunca andei de pedalinho na Lagoa Rodrigo de Freitas, mas deve ser um passeio parecido. Obviamente, sem os peixes mortos boiando e sem os trombadinhas espreitando a gente…

Depois de acabado nosso tempo, retornamos a caminhada através do parque, que é gigantesco, com várias ruas e vielas e fomos caminhando aleatoriamente conhecendo as atrações do parque totalmente ao acaso.

Ruas decorada com ciprestes, no Parque del Retiro

Ruas decorada com ciprestes, no Parque del Retiro

Fuente de los Galápagos

Fuente de los Galápagos

Casita del Pescador

Casita del Pescador, Parque del Retiro

Jardins do Parque del Retiro

Jardins do Parque del Retiro

Quando a fome começou a bater, resolvemos sair do parque. Mas deixamos o lugar com o astral renovado.


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Como a gente estava pertinho da Calle de Velázquez, resolvemos dar uma passadinha antes da hora do almoço no Hotel Wellington, que era onde estava hospedada a Vera, nossa agente de viagens… Antes de partirmos do Brasil, combinamos de sair juntos no dia 24 de março, pois ela estaria em Madrid. Ela prometeu nos levar pra jantar em um lugar bem bacana em Madrid e como a viagem tinha sido sensacional, estávamos doidos pra encontrar com ela e contarmos todas as nossas aventuras. Como eu não havia conseguido contato com por e-mail, resolvi passar na recepção do hotel dela e deixar um recado.

O Hotel Wellington é tradicionalíssimo e pode ser considerado uma atração turística no bairro… até no City-tour do ônibus que pegamos, o Hotel é mencionado. Esse hotel sim era putão!

Mas ao perguntar por ela na recepção, o pessoal do Hotel me informou que havia sim uma reserva no nome dela, mas que esta havia sido cancelada poucos dias antes. O cara conferiu mil vezes e eu fiquei meio sem saber o que fazer… Será que tinha acontecido alguma coisa e ela teve que cancelar a viagem? Será que ela trocou de Hotel na última hora e não conseguiu me avisar?

Pedi pra usar o Wi-Fi da recepção, que era apenas para hóspedes, mas os caras foram muito solícitos e liberaram uma senha especial pra eu tentar contato com ela pela internet… verifiquei minhas mensagens, escrevi pra ela explicando o que tinha acontecido dali mesmo da recepção e desencanamos. Foi uma pena, mas ia ter que ficar pra próxima.

Dali partimos para o almoço nas redondezas… Infelizmente não me recordo o nome do restaurante para poder dar como dica, mas como a maioria dos restaurantes em Madrid, ele era muito barato e tinha uma comida excelente, com ótimas opções de tapas e o tal do “pintxo”.

Último almoço em Madrid, regado a tapas e pintxos

Último almoço em Madrid, regado a tapas e pintxos

Pintxo é uma espécie de tapa, mas servido em porções bem pequenas sobre uma torradinha. Muito gostoso…

O lugar era do tipo moderninho, com uma música ambiente, garçons jovens e decoração descolada. Muito legal para nosso almoço de despedida…

Na seqüência, saímos do restaurante e voltamos caminhando para a Puerta del Sol e fizemos nossas últimas compras de lembrancinhas e pequenos presentes.

Despedida da Fonte da Puerta del Sol

Despedida da Fonte da Puerta del Sol

Estátua

Estátua “del Oso y el Madroño”, na nossa despedida da Puerta del Sol

Depois de umas compras rápidas, retornamos ao Hotel para nos livrarmos de alguns pesos desnecessários, pegar nosso kit-chuva, agasalhos adicionais e partimos para a Plaza de Toros de Las Ventas, para assistirmos a Tourada de abertura da temporada 2013.

Ao sairmos da estação de metrô nos deparamos com uma movimentação completamente diferente do dia anterior, com as barraquinhas abertas, pessoas circulando, muitos turistas e famílias.

Vista para a Plaza de Toros em dia de Tourada

Vista para a Plaza de Toros em dia de Tourada

Ao chegarmos na Arena o tempo já estava meio fechado, ameaçando chover, mas não havia risco de cancelamento da Tourada, pois o tempo esteve firme o dia todo.

Las Ventas - Vista das arquibancadas com pessoas ainda se acomodando antes do início da Tourada

Las Ventas – Vista das arquibancadas com pessoas ainda se acomodando antes do início da Tourada

O público estava bem menor do que a gente esperava, afinal não conseguimos comprar os ingressos mais baratos sob alegação de que estavam esgotados… segundo a vendedora, os ingressos mais baratos eram vendidos para as “prioridades” (idosos, estudantes, etc). Pode ser que seja verdade ou que os turistas tenham sido enrolados, mas o fato é que a Arena estava meio vazia.

Ao sentarmos, entendemos a questão dos assentos no sol ou na sombra. Mesmo com o frio e tempo já fechando, a gente ficava com um sol no meio da cara que atrapalhava um pouco a visão e incomodava bastante (não sei porque deixei meus óculos escuros no hotel). A arquibancada do outro lado ficava totalmente na sombra –  como podemos ver na foto aí do lado – e por isso eles pagaram mais caro pelo assento… tudo bem, não estava incomodando taaaanto assim, mas no verão deve ser cruel.

O assento também é bem desconfortável. Tipo arquibancada do desfile das escolas de samba… outra dica boa é alugar a almofadinha, para as “busanfas” mais sensíveis, mas como não ficamos muito tempo foi tranquilo.

Como chegamos uma hora antes do evento, ficamos observando as pessoas… O público era do mais variado possível, de vários tipos, formatos e tamanhos: desde as adolescentes japonesas andando em bando dando risadinhas e fotografando tudo, até os velhinhos espanhóis carrancudos. Estes últimos chegavam sozinhos, com saquinho de amendoins na mão, chapeuzinho tipo “boina” e colete xadrez, sacavam um charutão e ficavam de braços cruzados olhando atentamente para a arena aguardando a “corrida” começar.

Nessa hora, obviamente, eu fiquei de olho nesses caras e falei pra Elisa: “se ele gritar é porque algo importante aconteceu, se ele ficar nervoso fique atenta, se ele vibrar a gente vibra junto…”

Os turistas não me intrigaram porque estavam lá por curiosidade, mas o que chamou minha atenção foi ver famílias inteiras com gente jovem, idosa, crianças e até bebês de colo. Sei que temos muito preconceito e que as Touradas são parte importante da cultura espanhola, mas eu não levaria uma criança pequena para um espetáculo destes. Muito menos um bebê de colo no meio daquela muvuca, debaixo de chuva (mais tarde choveu bastante).

Então soaram as cornetas e começou o espetáculo com os participantes fazendo um desfile para cumprimentar o público.

Antes das touradas, acontece uma espécie de desfile

Antes da Corrida de Touros, acontece uma espécie de desfile quando todos os participantes cumprimentam a platéia e se exibem

O primeiro touro da noite, geralmente o mais fraquinho, tinha 524kg. O bicho já entra na arena “fulo” da vida, porque de cara já leva uma espetada e é solto no “ringue” querendo pegar o primeiro que aparecer pela frente… nessa hora não tem como não segurar a respiração diante daquele bicho enorme, furioso distribuindo chifradas nas muretas e nos auxiliares que ficam em volta provocando com as pesadas capas rosas (os capotes), avaliando sua bravura.

bla bla bla

A cavalo os picadores tentam enfraquecer o touro e testar seu “espírito”

Em seguida entra o picador montado num cavalo com uma espécie de armadura e dá umas boas cravadas no dorso do animal com uma lança comprida, para enfraquecê-lo e para testar sua bravura. Se o touro reagir bem é porque a luta vai ser boa… (em uma das “lutas” da noite o touro derrubou homem e cavalo no chão com uma chifrada bem dada).

Na seqüência entram os banderilleros e cada um espeta duas bandarilhas, nas costas do bicho, numa manobra arriscada, de frente pro touro, e deixam o treco ali pendurado nas costas dele.

Nesta hora o bicho já tá mais pra lá do que pra cá, mas ainda está lutando furioso…

Depois de enfraquecido, o touro enfrenta ao toureiro, que faz sua dança

Depois de enfraquecido, o touro enfrenta ao toureiro, que faz sua dança

Mas conforme eles vão provocando o animal e ele vai se movimentando e perdendo sangue, a forma como ele vai perdendo as forças é evidente. Então entra o toureiro e faz sua cena…

Nesta hora que a habilidade do toureiro faz a diferença e entre os diferentes touros da noite pudemos perceber isto de forma bem clara. O toureiro mais habilidoso controla o touro de forma impressionante, que praticamente faz tudo aquilo que ele quer. Ela dá as costas pro touro, estufa o peito diante dele e a cada comando o touro avança pra cima da capa, dançando junto do toureiro.

Depois de alguns passes e coreografias, quando o toureiro percebe que o touro está “nas mãos dele”, ele pega a espada e desfere o golpe mortal. O bom toureiro é aquele que consegue derrubar o touro num só golpe.

Um deles enfiou a espada até o cabo com um golpe só e terminou rápido a coisa. Mas nem sempre é assim que acontece e é aí que temos que ter estômago…

Imagino que este balé todo deva ter algum sentido e alguma beleza pra quem cresceu inserido na cultura espanhola, mas pra gente que não está acostumado é necessário muito estômago… Eu até achei que com a vibração da galera a gente fosse se envolver mais com o espetáculo, mas o público parecia meio morno e apesar de um crescente nervosismo a cada apresentação, a emoção de estar ali não era das melhores… saímos com uma sensação ruim.

Depois este processo todo se repetiria mais 5 vezes. Cada noite são 3 toureiros enfrentando 2 touros cada… Vimos um total de 3 e durante a terceira apresentação, já debaixo de chuva, resolvemos ir embora. Vimos em uma TV do lado de fora que o quarto touro teria 647kg, o que deve ser algo monstruoso, mas três mortes foram mais do que suficientes e resolvemos ir embora, jantar e fazer nossas malas.

Não me arrependo da experiência, mas não veria de novo. Acho que em nenhum outro lugar eu teria oportunidade de ver um espetáculo deste tipo, então aproveitamos a chance, mas agora posso dizer com convicção que prefiro ver uma boa partida de futebol.

Dica: Se você quiser ver algum espetáculo típico da cultura espanhola durante sua estada em Madrid, procure um show de música e dança Flamenca. Como capital, a cidade possui uma boa oferta de espetáculos deste tipo, que são uma garantia maior de divertimento.

Pegamos o metrô fugindo da chuva que já caía forte e decidimos partir direto para o jantar em um local próximo ao Hotel Regina. Escolhemos o Café del Príncipe, que fica ali pertinho da Puerta del Sol na Plaza de Canalejas.

O restaurante tinha dois ambientes e me parece que no andar de baixo ele funcionava mais como bar, com mesas altas e banquetas. No andar de cima tinham mesas tradicionais, como restaurante mesmo, aberto para jantar.

Vendo que o andar de baixo estava um pouco cheio, com receio de ter que procurar outro lugar com mais espaço, me dirigi a garçonete mais próxima e perguntei, ingenuamente: “vocês tem lugares disponíveis no andar de cima?” e recebi um nada simpático: “como eu vou saber?!”

Último jantar em Madrid

Último jantar em Madrid – Um belo Cozido Madrilenho

De sobremesa uma

De sobremesa uma “torrija”. Só depois de pedir que eu descobri que se tratava da nossa rabanada

Bom… resolvi que nada estragaria meu último jantar na Europa e preferi subir pra conferir pessoalmente, em vez de falar um desaforo pra moça…

Felizmente tinha lugar de sobra e pegamos uma mesa pra jantar. Desta vez, nada de tapas e sim uma comida com mais “sustância”!

Antes da viagem eu recebi uma dica da Anita, que me falou da “ruta del cucido madrileño“, mas infelizmente não conseguimos ir no restaurante indicado por ela, então decidi experimentar o tal celebrado cozido madrilenho por conta própria…

De entrada era servida uma senhora sopa e de sobremesa, uma versão espanhola da nossa rabanada – a Torrija – regada a muito mel. A Elisa comeu uma costelona de não-sei-o-que, com batatas e abobrinha. Tudo muito bom e com preço justo, como todo jantar em Madrid.

Voltando pro Hotel bem satisfeitos, encontramos embaixo da porta um recado por escrito… era da nossa amiga Vera, dizendo que não tinha conseguido falar conosco, mas estava nos aguardando para um jantar as 21h no Hotel Wellington.

Pela hora do recado ela tinha passado lá uns 15min depois que fomos embora para a tourada e nos desencontramos por muito pouco. Já eram quase 22h e a gente não tinha mais condições de encontrar com ela, já “comidos” (no bom sentido) e com malas enormes pra fazer.

Tivemos que ligar pra recepção do hotel dela e avisar que não poderíamos encontrá-la para o jantar, o que foi uma pena… mais tarde conversamos por e-mail e esclarecemos o mal entendido. A reserva que estava no nome dela foi cancelada, mas ela estava hospedada com uma amiga e a reserva estava no nome desta amiga… E o cara do Hotel obviamente não sabia disto.

Espero que ela me perdoe por este furo, porque foi tudo um grande mal-entendido. Afinal, ela merecia todo nosso carinho, já que boa parte de tudo que deu certo em nossa viagem aconteceu com ajuda dela, que reservou nossas passagens, escolheu os melhores hotéis pra gente e deu dicas muito valiosas!

Aliás, devemos muito a Vera e Eduardo da Larbtur, pelo serviço prestado e pelas dicas… E assim acabou nossa viagem de férias e no dia seguinte embarcamos no vôo de volta para o Rio de Janeiro.

Quem quiser maiores detalhes sobre esta jornada que começou lá no dia 05/03/2013, clique nos links abaixo:

Roteiro completo Itália e Espanha 2013

Roma (5 a 10/03/2013)

Florença e arredores (10 a 14/03/2013)

Veneza (14 a 16/03/2013)

Barcelona (16 a 20/03/2013)

Madrid e Toledo (20 a 25/03/2013)

Fiquem a vontade para deixar comentários, tirar dúvidas, dar sugestões, dicas adicionais, críticas, etc.

Grande abraço a todos e obrigado pra quem acompanhou o blog e curtiu nossa viagem. Até a próxima!

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Um pensamento sobre “Madrid: Um dia no Parque del Retiro e testemunho de uma Corrida de Toros

  1. Ah! Vou deixar aqui em forma de comentário algumas dicas adicionais que recebo das pessoas por email… Esta aqui é mais uma da Vera, dentre tantas outras que relatei ao longo dos posts:
    “Mais uma coisinha – as famosas balas de violeta(a flor) de Madrid. É uma boa lembrança para trazer pois além de deliciosas, as embalagens são lindas. O Mercado perto do seu hotel também era bem interessante, o povo fica beliscando e tomando vinho nos balcões, meio parecido com nosso Cobal”.

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